SEMANA EM MEMÓRIA DOS MÁRTIRES

 

Programação:
Do dia 4 ao dia 08 de novembro encontros em famílias nas comunidades a partir das 19:00 *(os coordenadores das comunidades irão repassar o local/endereço do encontro).
A sequência das comunidades está exposto no convite abaixo!! ??

E nosso encerramento será dia 09.
Teremos uma caminhada as 18:00h. A concentração será em frente a igreja da Vila operária, e em seguida a celebração as 19:00h.

Contamos com vocês missionários e missionárias! !
É um momento único em nossa paróquia, onde vamos conhecer lutas pela construção do Reino de Deus.
Até lá.

60 Anos de Missão Redentorista

A paróquia São José Operário pertencia ao território  de Nossa Senhora do Amparo e foi elevada a categoria de paróquia no dia 1° de maio de 1957 por Dom Avelar, tendo como primeiro pároco o pe. Francisco  das Chagas Carvalho .

 

Maio de 1959

A presença Redentorista em Teresina tem início com as  Santas Missões, na programação da época houve uma pré-missão, em abril e em todo mês de maio a Missão.

A abertura das missões se deu no dia 19 de  maio de 1959.  A paróquia foi dividida em três setores: Matriz, Por Enquanto e Poty Velho. Foi a partir daí que o arcebispo de Teresina da época, Dom Avelar, convidou os missionários redentoristas para assumirem uma atuação continuada. Desafio aceito, mas com uma condição: que houvesse uma igreja no local de trabalho. Como no Bairro Vermelha, que era a proposta inicial, não possuía capela, o local escolhido foi a paróquia São José Operário, na Vila Operária.

No dia 14 de agosto de 1960, os padres Eugenio Oates, Tiago, Pascoal e irmão Gabriel deixam Belém no Pará e fazem morada em Teresina. Embora hajam poucos registros da realização das novenas a partir do ano de 1959, no dia 15 de março de 1961 o Arcebispo Dom Avelar Brandão Vilela abençoa e entroniza o novo ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro vindo de Roma.

Desde o início , com vasto território abrangido pela paróquia , os Redentoristas procuraram  dinamizar as novenas , e a lhe dar um caráter missionário, pois tão logo foi implantada, que rapidamente foi aceita pelo povo.

Com o tempo, a novena cresceu, principalmente pelo grande número das confissões, muito valorizada pelos padres. Numa celebração Eucarística na matriz de São José Operário, toma posse padre Tiago Springer, primeiro missionário redentorista (era estadunidense) a assumir a paróquia.

Em 1965, os redentoristas estadunidenses voltam para Manaus, e os redentoristas irlandeses, que chegaram ao Brasil por Fortaleza em 1960, assumem a paróquia. Eram os padres Patrício, Guilherme e José Maria.

Na época, a população de Teresina era de aproximadamente 150.000 habitantes. A paróquia São José Operário ocupou toda a extensão ao norte da cidade, mais dezoito comunidades no interior. No decorrer dos anos, a paróquia foi desmembrada três ou quatro vezes, deixando de fazer parte algumas comunidades. Logo em seguida foram criadas as paróquias da Primavera, Mafrense e São Joaquim.

O período também foi marcado por reflexões em torno da ação missionária dos padres redentoristas, pois estes começaram a questionar se deveriam sair ou não da Vila Operária, transferindo-se para bairros mais pobres. De acordo com padre Cornelius, as novenas de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que já se constituíam em uma tradição, foram o principal fator que determinou a permanência dos redentoristas na paróquia. “No fim, penso que ficamos na Vila por causa da novena e a possibilidade de atender aos pobres nas novenas”, conclui.

Padre Matheus Sulivam, que chegou em 1971, lembra do olhar amoroso e solene de Nossa Senhora e das várias escutas que Maria fez aos devotos ao longo dos 60 anos. “Maria está para nos acolher, nos incentivar. Ela não olha para uma só pessoa, mas para cada um que olha para ela, ela olha de volta, e sentindo uma comunhão”.

 

Dias de hoje

Atualmente, a novena perpétua em Teresina acontece todas as terças-feiras e conta com 14 sessões, com confissões individuais, iniciando às 5h30 da manhã, e última sessão às 20h, transmitida pela rádio Pioneira de Teresina. Em virtude do avanço dos meios de comunicação e sensível à necessidade de utilizar espaços da web, a partir do dia 22 de agosto de 2015, as novenas passaram a ser transmitidas via internet através do site: www.paroquiavilaoperaria.org.br/web,  e um ano depois passando a ser transmitida pelo Youtube, através do canal Paróquia São José Operário Teresina, e Facebook: Paróquia São José Operário – Novena Perpétua N.S. Perpétuo Socorro.

 

 

 

 

“Amazônia: Casa Comum” é oportunidade de encontro com a América Latina

O projeto internacional Amazônia: Casa Comum vai promover centenas de eventos para acompanhar o Sínodo dos Bispos de outubro, no Vaticano. Além trazer 50 indígenas para partilhar experiências de vida, fé e luta, a iniciativa também irá encurtar distâncias entre a Amazônia e a Itália ao promover vigílias de oração, encontros e peregrinações.“ Uma coisa que a Igreja faz é escutar os indígenas, uma coisa que talvez os outros não fazem. ” Read more ““Amazônia: Casa Comum” é oportunidade de encontro com a América Latina”

Maria Celeste exerce um fascínio naqueles que a conhecem. Isso podemos constatar na história e no momento atual. Sempre perguntam: Por que é desconhecida? Ou pior: Por que se tem medo dela?

Nascida em Nápoles, no dia 31 de outubro de 1696, foi tomada pelo belo sol mediterrâneo e pelo irradiante Cristo Sol a ponto de dizer: “Ele é meu solo e meu sol”. Pequena em tamanho, mas de estatura humana e espiritual. É uma pérola escondida.

Ela recebeu a missão de aprofundar o Evangelho na dimensão de transformação e de gerar uma nova família religiosa que se funda no amor recíproco que faz dela uma viva memória.

Sua contribuição para a espiritualidade está na linha do ser viva memória de tudo o que Cristo fez para nossa salvação em sua vida terrestre. O Redentor continua em nós e, por nós, sua obra de salvação para ser o que Paulo ensina: “Já não sou eu que vivo, pois é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20).

Maria Celeste tem uma espiritualidade feminina que ensina a mulher se relacionar com Deus e com os outros como mulher. Ensina a todos a respeitar a própria condição e torná-la meio de santificação. As inspirações que levou adiante têm caráter evangélico, compreendidas na dimensão mística. Contou com o apoio de Santo Afonso e de São Geraldo.

:: Celeste e Antonia, modelos de vocação e de espiritualidade feminina

A congregação que fundou, a Ordem do Santíssimo Redentor (Monjas Redentoristas) tem mais de 400 religiosas em diversos países. É oportuno o conhecimento sempre maior dessa que continua sua missão entre nós.

Maria Celeste é uma verdadeira mestra da vida espiritual e religiosa. “Exercício” e “Memória” são termos seus, cheios de sabedoria e experiência contemplativa. A “Memória” (pensamento permanentemente em Cristo) sem “Exercícios” (prática evangélica) é vazia e os “Exercícios” sem “Memória”, são infecundos e tornam a vida individual e comunitária artificial e difícil.

A base da vida espiritual ela a coloca no conhecimento pleno e experimental do Cristo, não tanto como exemplo de virtudes a praticar, mas como “mistério”, isto é, “acontecimento histórico-salvífico” da caridade de Deus. Para ela, pela comunhão de vida pessoal e comunitária com o Cristo, tudo se torna existencialmente “memória” teologal, eclesial, eucarística, salvífica. Todo o Instituto torna-se também, pela vida atuante e transparente, Instituto do Santíssimo Redentor.

MARIA CELESTE, MULHER COM LUZ PRÓPRIA 

Maria Celeste nasceu em Nápoles, aos 31 de outubro de 1696. Era a décima entre doze filhos de uma família cristã e nobre, de alta magistratura. Eram cinco irmãos e sete irmãs. Seu pai foi o Dr. José Crostarosa; laureado em ambos os direitos e revestidos de alto grau de magistratura na capital; sua mãe foi Paula Batista, da nobre família Caldari.

No dia 1º de Novembro de 1696, festa de “Todos os Santos”, na Igreja Paroquial, foi batizada e recebeu o nome de Giulia Marcela Santa. Era uma criança normal em suas brincadeiras na convivência com seus irmãos. Era de natureza tipicamente napolitana: sensível, alegre, viva e de inteligência precoce. Também era atenta às leituras da vida dos Santos, feitas em família.

Aos vinte e um anos de idade, Júlia, juntamente com sua irmã mais velha, Úrsula, entra no Carmelo de Marigliano, em abril/maio de 1718. Dois anos mais tarde sua irmã mais jovem, Joana, faz o mesmo. No dia 21 de novembro de 1718, festa da “Apresentação de Maria ao Templo”, as duas primeiras, recebem o hábito religioso; Júlia passa a chamar-se Ir. Maria Cândida do Céu e no ano seguinte faz a Profissão Religiosa.

Deus reservava para Júlia, um caminho todo especial. Cada vez mais, Cristo vai conduzindo-a para Ele, no interior de si mesma. Neste processo evolutivo, descobre o mistério de Cristo, vivendo em sua alma. Pouco tempo depois de sua tomada de hábito, escreve uma Regra de candura para si mesma, dada pelo Espírito da Verdade. Deus a introduzia na vida espiritual, confiava-lhe suas aspirações divinas e a acostumava-a, pela sua familiaridade, à vida íntima com Ele.

Assim, certo dia, depois da Santa Comunhão, penetrada pelo Olhar Divino, teve uma grande luz interior e o Senhor lhe disse: “Quero fazer-te mãe de muitas almas que desejo salvar por teu intermédio”.

O Carmelo em que vivia, no entanto, ia desaparecer: sua fundadora – a duquesa de Marigliano – Isabel Mastrilli, tomara tal autoridade sobre o Mosteiro que reduziu as pobres Carmelitas a incríveis tribulações. Foi tal a situação que o Bispo aconselhou a fechar o Mosteiro e que as religiosas procurassem ouro lugar para viver.

As três Irmãs Crostarosa, a conselho do Pe. Thomaz Falcóia, já relacionado com as carmelitas, como pregador de retiro e diretor espiritual, resolveram ingressar no Mosteiro de Scala, que era dirigido por este religioso e seu Superior.

Em novembro, as três irmãs Crostarosa entram no Mosteiro de Scala; quinze dias depois, recebem o hábito de Visitandinas. Júlia recebe o nome de Ir. Maria Celeste do Santo Deserto.

ORDEM DO SANTÍSSIMO REDENTOR

 

Mulher de cabeça e coração, sobretudo uma mística, foi a escolhida por Deus para dar ao mundo esta nova família religiosa.

Em 25 de abril de 1725, Ir. Maria Celeste, no silêncio da oração percebe como experiência forte de fé, que Deus deseja uma nova família religiosa na Igreja, que faça presente no meio da humanidade a expressão do Amor que Ele tem por seus filhos. Compreendeu que um novo Instituto seria fundado por seu intermédio, e que as Regras e leis que nele se devia observar, seriam uma imitação de Jesus.  Ele devia ser a Pedra Fundamental; os conselhos evangélicos de Sua Divina Doutrina, seriam o cimento; o coração dela devia ser a terra em que se elevaria este edifício; e o Divino Pai, seria o obreiro.

“O Pai escolheu este Instituto para que seja para o mundo recordação viva de tudo que seu filho Unigênito operou para sua salvação”.

Maria Celeste, fazendo-se eco a voz que, com clareza, percebe em seu interior, revela-nos o porque deste projeto religioso: “O Pai escolheu este Instituto para que seja para o mundo recordação viva de tudo que seu filho Unigênito operou para sua salvação”. É o que, em sua Regra, ela denomina “O Desígnio do Pai Eterno”.

Sem perder tempo, Irmã Maria Celeste escreveu as Regras como Nosso Senhor colocara em seu coração. Pe. Falcóia examinou o manuscrito das Regras e, sem perda de tempo, comunicou que iria a Scala examinar o caso.

Enquanto as religiosas de Scala e o Pe. Falcóia lutavam com as dificuldades, Nápoles se edificava com a admirável piedade de um jovem sacerdote, que vivia dentro de seus muros. Todos repetiam a história desse advogado que renunciara ao fórum para se retirar ao seminário dos chineses. Era ele: Afonso Maria de Ligório que, a 21 de dezembro de 1726, fora ordenado sacerdote.

Dada a celebração da consagração Episcopal de Pe. Falcóia, sua estadia aí se prolongaria; por isso resolveu enviar a Scala seu amigo Afonso de Ligório, como confessor e pregador dos exercícios espirituais. As Religiosas poderiam dirigi-se a este com inteira liberdade e confiança.

Pe. Afonso aceitou o encargo e dirigiu-se ao Mosteiro em Setembro de 1730.  Essa foi a primeira e decisiva entrevista do Santo Doutor com a Beata. Ela nada ocultou, e Santo Afonso compreendeu essa alma e os desígnios de Deus sobre ela.

Ali em Scala, cada um em seu momento, descobriu a vocação à qual eram chamados: dar à Igreja uma família religiosa que, seguindo o Redentor, se convertesse em Memória Viva de sua vida e sua obra durante os anos em que peregrinou pelos caminhos do mundo.

Maria Celeste, assessorada por Santo Afonso, deu forma a uma comunidade que se esforça para viver plenamente o Evangelho de Cristo em todas as dimensões de sua  vida humana e religiosa, para ser  na Igreja e no mundo um testemunho visível e um memorial vivo do Mistério Pascal da Redenção no qual o Pai realizou seu desígnio de amor pelo Cristo e no Espírito Santo.

Terminado o exame da proposta de Maria Celeste, Santo Afonso declarou a todas as Religiosas que a nova Regra tinha sido dada por Deus, e com a graça do Senhor a 13 de Maio de 1731, dia de Pentecostes, deu-se finalmente princípio ao novo Instituto, com o nome de “Ordem do Santíssimo Salvador”, e aos 06 de Agosto, festa da “Transfiguração do Senhor” do mesmo ano de 1731, as irmãs receberam o hábito da ordem.

Paralelamente à Ordem, Santo Afonso fundou, em 1732, a Congregação do Santíssimo Redentor para os homens, os missionários.

Por suas origens, por seu nome e sua espiritualidade, a Ordem do Santíssimo Redentor, está ligada à Congregação do Santíssimo Redentor. Os Institutos são chamados a realizar um fim comum de maneira complementar. Ambos tem por missão, ser testemunhas fiéis do amor do Pai e continuar assim, com a graça do Espírito Santo, o Mistério do Cristo Jesus, nascido da Virgem Maria, para a salvação da humanidade.

Como Jesus, a vida de Maria Celeste foi sempre cheia de sofrimentos e dificuldades. Por dificuldades com o bispo Falcoia e a comunidade, foi expulsa do mosteiro de Scala. Indo para Pareti, com sua irmã. Ali de 1733 -1735, a pedido do Bispo,  reforma o Convento da Anunciação. De 1735-1738, com sua irmã, inicia o “o convento Mater Domini”, no qual vivem, tanto quanto possível, as normas e estilo de vida da revelação de Scala.

Dali vai para Foggia onde dia 09 de março de 1738, ocupando provisoriamente o Colégio de Orti, dos Padres Jesuítas. No dia 04 de Outubro de 1739,  Madre Maria Celeste, sua irmã Iluminata e 6 jovens, vão para o Mosteiro definitivo em Foggia. Ali mantém grande amizade com São Geraldo que era diretor espiritual do Mosteiro. Aí escreveu a autobiografia e completa os manuscritos que manifestam bem claramente sua evolução espiritual.

No dia 14 de Setembro de 1755, Madre Maria Celeste, com a idade de 59 anos, faleceu  às 15h00.

Em Itu-SP há um mosteiro dessa ordem, o Mosteiro da Imaculada Conceição e em São Fidélis-RJ, o Mosteiro da Santa Face e do Puríssimo e Doloroso Coração de Maria. O de São Fidélis segue a regra antiga, e as monjas usam o hábito azul.

 

Fonte: Portal A12

“Levante a voz pela Amazônia”, pede CNBB em nota

Nota da CNBB 

O povo brasileiro, seus representantes e servidores têm a maior responsabilidade na defesa e preservação de toda a região amazônica. O Brasil possui significativa extensão desse precioso território, com o rico tesouro de sua fauna, flora e recursos hidrominerais. Os absurdos incêndios e outras criminosas depredações requerem, agora, posicionamentos adequados e providências urgentes. O meio ambiente precisa ser tratado nos parâmetros da ecologia integral, em sintonia com o ensinamento do Papa Francisco, na sua Carta Encíclica Laudato Si’, sobre o cuidado com a casa comum.

“Levante a voz pela Amazônia” é um movimento, agora, indispensável, em contraposição aos entendimentos e escolhas equivocados. A gravidade da tragédia das queimadas, e outras situações irracionais e gananciosas, com impactos de grandes proporções, local e planetária, requerem que, construtivamente, sensibilizando e corrigindo rumos, se levante a voz.

É hora de falar, escolher e agir com equilíbrio e responsabilidade, para que todos assumam a nobre missão de proteger a Amazônia, respeitando o meio ambiente, os povos tradicionais, os indígenas, de quem somos irmãos. Sem assumir esse compromisso, todos sofrerão com perdas irreparáveis.

O Sínodo dos bispos sobre a Amazônia, em outubro próximo, em sintonia amorosa e profética com a convocação do Papa Francisco, no cumprimento da tarefa missionária e da evangelização, é sinal de esperança e fonte de indicações importantes no dever de preservar a vida, a partir do respeito ao meio ambiente.

“Levante a voz” para esclarecer, indicar e agir diferente, superar os descompassos vindos de uma prolongada e equivocada intervenção humana, em que predominam a “cultura do descarte” e a mentalidade extrativista. A Amazônia é uma região de rica biodiversidade, multiétnica, multicultural e multirreligiosa, espelho de toda a humanidade que, em defesa da vida, exige mudanças estruturais e pessoais de todos os seres humanos, Estados e da Igreja.

É urgente que os governos dos países amazônicos, especialmente o Brasil, adotem medidas sérias para salvar uma região determinante no equilíbrio ecológico do planeta – a Amazônia. Não é hora de desvarios e descalabros em juízos e falas. “Levante a voz” na voz profética do Papa Francisco ao pedir, a todos os que ocupam posições de responsabilidade no campo econômico, político e social: “Sejamos guardiões da criação”.

Vamos construir juntos uma nova ordem social e política, à luz dos valores do Evangelho de Jesus, para o bem da humanidade, da Panamazônia, da sociedade brasileira, particularmente dos pobres desta terra. É indispensável para promovermos e preservarmos a vida na Amazônia e em todos os outros lugares do Brasil. Em diálogos e entendimentos lúcidos, que se “levante a voz”!

Brasília-DF, 23 de agosto de 2019


Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo de Belo Horizonte – MG
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler, OFM
Arcebispo de Porto Alegre – RS
1º Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima – RR
2º Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo Auxiliar de S. Sebastião do Rio de Janeiro – RJ
Secretário-Geral da CNBB