Paróquia promove estudo sobre o livro do Apocalipse de São João

A paróquia  de São José Operário, inicia hoje(09),no Centro de Formação São José Operário, um estudo sobre o livro do Apocalipse de São João.

A proposta é  promover o conhecimento do ultimo livro da  Sagrada Escritura, bem como da linguagem simbólica apresentada por João para comunicar uma mensagem de esperança às comunidades que viviam perseguidas pelo poder do mal personificado nas instituições dominadoras. As cartas endereçadas às sete igreja merecem um destaque especial no estudo.

O curso tem duração de 10h, divididos no período de 09 e 23 de abril, 21 e 28 de maio e 04 de junho. Para participar do estudo é necessário que seja feita uma inscrição, acompanhada do pagamento de uma taxa np valor de R$ 20,00( vinte  reais).

Programação Semana Santa 2018

A Semana Santa é um importante momento para nossa Igreja, no sentido de relembrarmos a paixão e morte de Cristo, a fim de buscarmos a conversão.

Convidamos a todos e todas para participarem das celebrações em nossas comunidades ou na igreja matriz, na Vila Operária.

Desejamos a todos uma feliz e abençoada Semana Santa!

Por que a Semana Santa muda de data todos os anos?

Como é importante para os cristãos celebrar, viver e prolongar na vida a presença real do Senhor na liturgia! A liturgia permite celebrar os mistérios da vida de Jesus ao longo do ano, tendo sua ressurreição como eixo. Esse ano é conhecido como ciclo ou ano litúrgico. O ano litúrgico é regulado entre a data móvel da Páscoa (segundo o ciclo lunar) e seu início, também móvel, relacionado com o Natal.

O Natal é celebrado durante o solstício de inverno do hemisfério norte (segundo o ciclo solar), convertendo a celebração popular pagã do nascimento do sol invicto na celebração do nascimento de Jesus.

Mas por que a Semana Santa muda de data todo ano? Porque muda a data da festa da Páscoa. E a data da festa da Páscoa de ressurreição é móvel porque está ligada à páscoa judaica.

O povo judeu celebrava a páscoa, chamada também de “Festa da Liberdade”, comemorando o fim da escravidão e sua saída do Egito. Segundo o judaísmo, os hebreus devem celebrar todos os anos a festa da páscoa durante uma semana inteira, entre os dias 14 e 21 do mês de Nissan – dias que começam com a primeira lua cheia da primavera.

O mês de Nissan é o primeiro mês do calendário hebraico bíblico (Êx 12, 2), porque nesse mês o povo de Israel saiu do Egito. Tal mês cai entre os dias 22 de março e 25 de abril.

A festa da páscoa era fixada com base no ano lunar, e não no ano solar do calendário civil. Recordemos que, nas antigas civilizações, empregava-se o calendário lunar para calcular a passagem do tempo.

Por que os judeus celebram sua páscoa com a primeira lua cheia da primavera? Porque havia lua cheia na noite em que o povo judeu saiu do Egito, e isso lhe permitiu fugir à noite sem ser descoberto pelo exército do Faraó, ao não depender de lâmpadas.

Mas o que a páscoa judaica tem a ver com a Páscoa cristã?

Na Última Ceia, realizada na Quinta-Feira Santa, os apóstolos celebraram com Jesus a páscoa judaica, comemorando o êxodo do povo de Israel, guiado por Moisés. Com isso, temos a certeza de a primeira Quinta-Feira Santa da história era uma noite de lua cheia.

E é por isso que a Igreja coloca a Quinta-Feira Santa no dia de lua cheia que se apresenta entre os meses de março e abril. Então, a data da Semana Santa depende da lua cheia.

Esta mobilidade afeta não somente as festas relacionadas à Pascoa, mas também o número de semanas do Tempo Comum; são as chamadas festas móveis, que variam todos os anos, juntamente com a solenidade da Páscoa, da qual dependem.

Antigamente, a Páscoa era celebrada exatamente no mesmo dia da páscoa judaica; mas uma decisão do Concílio de Niceia (ano 325) determinou que a Páscoa cristã fosse celebrada no domingo (o domingo posterior à primeira lua cheia primaveral do hemisfério norte).

São Clemente Hofbauer: um dos maiores Missionários Redentoristas

Celebramos hoje (15), a memória de São Clemente Maria Hofbauer, C.Ss.R.

Sua vida foi intensamente missionária. Dedicou seus dias ao trabalho apostólico entre os mais abandonados, mas também entre os círculos e pensadores de seu tempo que eram as classes formadoras de opinião.

Apesar dos muitos fracassos que ele enfrentou, nunca desanimou e foi fiel ao serviço ao Cristo. Ele foi um dos maiores Missionários Redentoristas de todos os tempos e graças a ele, a Congregação do Santíssimo Redentor pode espalhar-se por todo o mundo.

Hoje queremos pedir a Deus que abençoe todos os Missionários Redentoristas, de modo especial, rezamos por aqueles que trabalham nos campos mais exigentes da evangelização, para que sejam instrumentos de Deus na tarefa da evangelização.

A exemplo de São Clemente não tenhamos medo de arriscar e de enfrentar novos desafios como aqueles que o processo de Reestruturação da Congregação certamente trará. E acima de tudo, não deixemos de, como ele fez, espelhar a nossa vida na vida de Cristo, nosso Santíssimo Redentor!

Abertas inscrições para 1ª Eucaristia e Crisma

A partir do dia 4 de março estarão abertas as inscrições para primeira eucaristia e crisma da Paróquia de São José Operário, e segue até o dia 25/03. A idade mínima para eucaristia é de nove anos e crisma 15.

As inscrições podem ser feitas no Centro de Formação São José Operário, na Rua  24 de Janeiro com Rua Ceará, de 9h ao meio dia. E nas capelas das comunidades do Bom Jesus, Acarape, Matinha e Conjunto dos Moradores.

Ao mesmo tempo em que se inicia as inscrições, abre-se também o período de formação para novos catequistas. A coordenação em breve definirá o início das turmas.

Mais informações: 2106-0880

Formação da CF 2018 reúne membros de pastorais, grupos e movimentos

A paróquia de São José Operário realizou na manhã deste domingo(25), a formação sobre a Campanha da Fraternidade 2018.  Este ano a campanha traz como tema a: Fraternidade e a superação da violência, e lema: vos sois todos irmãos.

Neste contexto a CF-2018 quer estimular ações concretas sobre os vários tipos de violência que nos são cometida (Nossos irmãos e irmãs).  Estimular compromissos que nos levem a superação da violência.

A CF tem como metodologia o VER, JULG AR E AGIR.  No primeiro aspecto está relacionado a ver a realidade da violência, tendo um olhar crítico e concreto sobre a vida. No JULGAR ligamos sobre a iluminação bíblica, e o AGIR, que tem como fundamento o Evangelho.

 

A formação foi conduzida pelo coordenador da Pastoral Familiar Francisco Castelo.

 

Violência é tema central da Campanha da Fraternidade de 2018

A Igreja do Brasil entende que se faz urgente discutir, neste momento, a esse tema, pois, apesar de possuir menos de 3% da população mundial, nosso país responde por quase 13% dos assassinatos do planeta. Em 2014, foram 59.627 mortes. “A motivação para a escolha do tema da CF deste ano são os altos números da violência do Brasil, que tem índices maiores do que muitos países que estão em guerra atualmente. Isso é um dado preocupante. Como Igreja, não podemos deixar de oferecer uma resposta. Queremos nos empenhar para uma sociedade reconciliada, fraterna e de paz e fraterna. Somos chamados a sermos agentes que lutam e dão a vida para que nossa sociedade seja pacífica. Juntos nós queremos superar a violência”, disse padre Luís Fernando da Silva, secretário executivo das campanhas da CNBB.

A Campanha objetiva sensibilizar aos cristãos e não cristãos apara semearem a “paz, que é fruto da justiça” aos homens, e mulheres e a todas as demais formas de vida que habitam o planeta.

O homem, ao exercitar e buscar o lucro, além de coisificar a vida humana e ampliar o abismo da desigualdade socioeconômica, onde em que ricos e pobres são ‘organizados’ em classes sociais, ele violenta toda criação de Deus, em cuja obra está toda obra do criador e nela a espécie humana, criada à sua imagem e semelhança. Essa arbitrariedade e desejo de dominação, que foi se tornando inerente à espécie humana, tem produzido violência física, psicológica e social em todas as classes sociais, contudo, a qual sua percepção e efeito recaem anos mais empobrecidos, que estão epermanecem ameaçados, pelo poder e controle dos mais ‘fortes’, que acreditam ter poder e dominação sobre os mais fracos, que sofrem às múltiplas formas de violência”, afirma Antônio Evangelista, membro da equipe nacional de campanhas da CNBB.

Para a CNBB, a Campanha da Fraternidade é o momento ideal onde em que Igreja e sociedade se propõem a dialogar, a fazer uma reflexão sobre a violência no Brasil. “Igreja e sociedade têm que se unirem, estabelecerem diálogo para, por meio deste, superar a violência. Mas como fazer para superá-la? Superamos cada vez que descobrimos que podemos contar uns com os outros, e também quando nos descobrimos irmãos e irmãs e lutamos por uma sociedade mais fraterna”, enfatiza padre Luís Fernando.

Os trabalhos da Campanha da Fraternidade serão baseados no em seu texto-base, que já está à disposição em todas as dioceses e paróquias brasileiras.

Coleta

Uma data importante durante a Campanha da Fraternidade é o dia da Coleta Nacional da Solidariedade, que será realizado no dia 25 de março (Domingo de Ramos). A Coleta trata-se de um gesto concreto, em que todas as cujas doações financeiras realizadas pelos fiéis neste dia, durante as missas, serão encaminhadas para parte do Fundo Nacional e Diocesano de Solidariedade.

 

Programação da Quarta-feira de Cinza

Estamos iniciando este grande Tempo , que consideramos tempo de retiro. Tempo de oportunidade de olhar pra si, para nossas relações com as outras pessoas, tempo também para olhar nossa relação com o mundo em que estamos inseridos. E diante de tudo isso, a relação com nosso Deus.

A intenção desse sacramental é levar-nos ao arrependimento dos pecados, marcando o início da Quaresma, é fazer-nos lembrar de que não podemos nos apegar a esta vida, achando que a felicidade plena possa ser construída aqui. É uma ilusão perigosa. A morada definitiva é o céu.

As cinzas bentas e colocadas sobre as nossas cabeças nos fazem lembrar que vamos morrer, que somos pó e ao pó da terra voltaremos (cf. Gn 3, 19), para que nosso corpo seja refeito por Deus de maneira gloriosa, para não mais perecer.

Abaixo segue a programação em nossa paróquia.

Conselho Paroquial realiza primeira reunião do ano

Na noite de ontem(01), a Paróquia de São José Operário realizou a primeira reunião do ano com os representantes das pastorais, grupos, movimentos e comunidades.  O encontro aconteceu no Centro de Formação São José Operário, e foi coordenado pelo pároco pe. Carlos Alberto.

“No primeiro encontro queremos ajustar alguns pontos que foram acordados na última assemblai paroquial.  Entre eles destacamos o catecumenato, o dízimo, como forma de fortalecer os trabalhos estruturas e outros”, disse.

Foi destacado também o ano do Laicato, e a realização de um dia “D” para a o serviço da missão, a continuidade do ciclo de palestras sobre saúde mental, com data para o dia 24 de março, a reforma das capelas, entre outros assuntos.

No que diz respeito a missão, ficou programado a realização de atividades missionárias, formações e estudos no segundo sábado de cada mês. O coordenador dos trabalhos missionários, pe. Júlio Ferreira, explicou que embora os grupos vivenciem dentro de suas realidades a missão, o momento será voltado para um trabalho comum. “A proposta é fazermos um trabalho em comunidade”, ressaltou.

A paróquia assumiu também o compromisso de promover um trabalho de missão em regiões extremas de Teresina. Para tanto, nos dias 17 e 18 de março este momento será promovido no bairro Teresina Sul.

Na ocasião, houve a apresentação do novo promotor vocacional, pe. Júlio Maia, que assumirá os trabalhos destinados ao despertar das vocações a nível de vice província.